terça-feira, 15 de julho de 2014

Entrevista com membro do Black Bloc brasileiro


Olá a todos! 

Vagando na internet eis que encontrei essa "pérola": uma entrevista com um genuíno integrante do movimento Black Block que ganhou notoriedade desde o ano passado (2013) por conta de sua maneira bastante característica de manifestação (i.e. quebrando propriedade alheia, pública¹ ou privada).

O interessante dessa notícia é ver a total incapacidade de um membro do grupo de sequer justificar suas ações diante de perguntas nem um pouco "cabeludas"; o tipo de situação, eu sugeriria, em que temos um sujeito que mal parou para pensar sobre a situação e como corretamente reagir a ela e já saiu fazendo alguma coisa - que, nesse caso, é visivelmente ruim.

O link para uma reportagem mais completa se encontra aqui. Já a fração da entrevista que mais me chamou a atenção (e sobre o qual escrevi as palavras acima) é esse, dentro de uma página do site de humor Bobagento.

Enfim, é olhar e observar o raciocínio por trás da ação.

Que o Senhor seja com vocês, 

Momergil


¹: Alguém poderia afirmar que "sendo pública, não é alheia", só que se formos entender que cada bem público é adquirido por uma fração do dinheiro dado pelo contribuínte (e proporcional ao imposto de cada um), então teríamos que mais de 99,9% de um bem público é "pertencente" aos demais membros da sociedade que não os sujeitos que o depredaram. Sendo-lhe apenas referido por uma minoria, podemos concluir razoavelmente que um bem público é sempre muito mais alheio do que próprio (salvo em alguma exceção em que um sujeito contribui com mais de 50% da arrecadação de impostos de uma localidade).

Homem se forma em medicina apesar das más condições de vida


Olá a todos!

Dando início a essa nova fase do meu blog, reproduzo essa matéria do Yahoo! Notícias que deve servir de inspiração e exemplo não só para os que nasceram em maiores necessidades financeiras, como também para todos aqueles que lutam em meio às adversidades da vida:

Homem se forma em Medicina com ajuda de livros achados no lixo e doações
Cícero Batista, 33 anos, nasceu em Brasília, numa família com outros nove irmãos. O pai morreu quando ele tinha apenas 3 anos e a mãe virou alcoólatra como forma de fugir das dificuldades impostas pela vida. Um dos irmãos mais velhos passou a usar e traficar drogas. Diante desse cenário, Batista precisou lutar pela subsistência e, muitas vezes, precisou achar no lixo a alimentação dele e dos irmãos.
“Eu tinha que chafurdar no lixo para encontrar comida. E muitas vezes encontrava pedaço de carne podre, iogurte vencido, resto de comida que ninguém queria. Era aquilo que me alimentava. E no meio do lixo surgiu a minha oportunidade de uma vida melhor., contou Batista, em entrevista ao portal R7.
No entanto, no lixo ele encontrou também livros e discos. A partir deles, Batista começou a construir a possibilidade de uma vida melhor. O brasiliense ia à casa de um vizinho para escutar os discos com obras de Beethoven e Bach. Matriculado pela irmã numa escola pública de Brasília e com a ajuda dos professores e colegas ele chegou ao ensino médio e resolveu fazer um curso técnico de enfermagem.
Ao fim do curso, um pequeno triunfo: Batista foi aprovado no concurso para enfermeiro no Hospital Regional de Taquaritinga. Acostumado a cuidar dos irmãos desde pequeno- eles tinham doenças causadas pela necessidade em comer alimentos vencidos - Batista passou no vestibular para Medicina em uma faculdade particular em Araguari. Para frequentar um curso em período integral, ele era obrigado a dar plantão de 40h aos fins de semana.
Mesmo perdendo as aulas de segunda-feira, ele contava com o apoio dos professores. O salário era gasto somente para pagar a mensalidade. Para comer, contava com doações de amigos e conhecidos. A rotina era extenuante e Batista resolveu prestar o Enem e tentar uma bolsa em uma universidade particular.
Batista passou a estudar Medicina no Gama, outra cidade no entorno de Brasília, e além da rotina de estudos, enfrentava o preconceito racial. No dia 6 de junho de 2014, Batista formou-se médico. Ele ainda mora com a mãe na mesma casa, mas sonha com dias melhores: "Quero justificar a confiança depositada em mim, dar uma vida melhor para minha mãe e me especializar em psiquiatria ou pediatria".
Referência: link

Que nos sirva de exemplo!

Que o Senhor seja com vocês,

 Momergil

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Sobre o Autor (2014)


Um bom dia a todos!

Decidi escrever essa postagem para informar aos leitores um pouco mais acerca daquele que vos escreve: Momergil.

Geral

"Momergil" é um "apelido de internet" que passei a utilizar quando comecei a jogar em Lan Houses na época em que estas viraram febre no Brasil. Meu nome verdadeiro é Martin, mas sintam-se livres para me chamarem aqui como preferirem.

Nascido na década de 90, recém formado como engenheiro pela PUCRS, nesse momento solteiro e trabalhando como Analista de Sistemas, tenho por interesse uma série de áreas que variam da filosofia (e sua aplicação em especial na formação do conhecimento e na teologia cristã), passando pela engenharia, economia voltada a investimentos em renda variável e programação de softwares até chegar à música. Adquiri um pouco de interesse também pela política neste ano de eleições, sobretudo quanto aquilo que gosto de fazer também em outras áreas: análise de argumentos, um afazer que tenho quase como um hobby.

Ao contrário da maioria, não tenho a felicidade por objetivo de vida, procurando ao invés disso gastar o meu tempo com o meu desenvolvimento em aprendizado para presente e futura ajuda aos necessitados em amor como Jesus ensinou, isso sem abandonar algum tempo voltado para o lazer e o meu grande sonho de formar uma família. Acima de tudo isso, todavia, reconheço a Deus e o meu relacionamento com Ele como parte mais fundamental da minha caminhada e luto para agradá-Lo em meu viver.

Quanto a visões políticas, econômicas e mesmo religiosas, procuro ser "leeanista": aprendo tudo, retenho o que me parece ser verdadeiro e bom e jogo fora o que não serve ou para pouco presta e isso independente de que rótulo tenha. É claro que, às vezes, é o caso eu aceitar um certo rótulo por questões de coerência (é o caso da minha identificação como 'cristão'), mas de modo geral fujo de tais categorizações.

Quanto à minha cosmovisão (o conjunto de crenças segundo as quais uma pessoa vê e interpreta o mundo), posso dizer que é majoritariamente cristã ainda que, como dito anteriormente, o foco seja a busca pela verdade e não por aquilo que está sob rótulos específicos.

Enfim...

Espero que o resumo acima seja o suficiente para esse reinício no blog ainda que, no final das contas, pouco tenha sido dito sobre mim ou sobre meus planos de vida.


Que o Senhor seja com vocês,

Momergil

Ressuscitando o blog!


Olá leitores!

Após mais de meia década sem escrever nesse blog e muita coisa ter ocorrido e mudado em minha vida (até engenheiro formado sou agora!), tendo-o abandonado devido a puro desinteresse, decidi recentemente ressuscitá-lo e utilizá-lo para compartilhar conteúdo a uma maior audiência do que aquela que encontro apenas entre amigos e conhecidos no Facebook.

Dessa maneira, o blog será remodelado para um "portal de compartilhamento" de coisas que eu acho serem interessantes, sejam elas materiais alheios ou mesmo reflexões minhas sobre coisas da vida.

Quanto ao conteúdo antigo (predominantemente referentes à carreira de modelo da minha amiga Carolina Noll), decidi não excluí-lo (salvo exceções). Também desejo manter a tradição e continuar postando novidades da carreira da Noll à medida em que forem surgindo (além de procurar atualizar o blog com os eventos que ocorreram nestes tempos sem escrever).

Espero que todos os leitores gostem e possam aproveitar o espaço para também contribuir com as suas reflexões sobre os temas, notícias e assuntos postados.


Que o Senhor seja com vocês!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Ida do Patrola ao CPOR/PA


Este é o vídeo do Patrola RBSTV em sua visita ao CPOR/PA com relação ao concurso Namorada do CPOR/PA de 2009, onde Carolina Noll obteve o primeiro lugar (agora confirmado).